Laptop profissional de 16 polegadas fechado, em alumínio preto, sobre fundo preto.
Ato um · Fechado
Inteligência artificial nas empresas

Comprar a máquina é a parte fácil.

O que separa empresa que colhe resultado de empresa que só gastou é o que acontece depois que o aparelho é aberto. Role sem pressa.

Ver o caminho
Role para abrir
Onde morre

Quase todo projeto de IA em empresa morre por um destes quatro.

Nenhum deles é técnico. Os quatro são de decisão, e todos aparecem antes da primeira linha de código.

Começar pela ferramenta

A pergunta que abre a conversa costuma ser qual ferramenta contratar. A pergunta certa é qual decisão hoje demora demais, custa demais ou depende de uma pessoa só.

Piloto que não tem dono

Projeto de IA sem alguém da operação respondendo por ele vira demonstração. Impressiona na reunião e não entra em nenhum processo.

Medir entusiasmo em vez de resultado

Contar quantas pessoas usaram não diz nada. O que diz é tempo de ciclo, retrabalho, custo por atendimento e taxa de erro, medidos antes e depois.

Mandar dado sensível para fora sem decidir isso

Muita empresa descobre tarde que documento de cliente, contrato e base de preço passaram por um serviço de terceiro. Essa decisão precisa ser tomada de propósito, não por acidente.

Interior do laptop: placa lógica na metade traseira, bateria de seis células na frente, duas ventoinhas e módulo térmico.
Ato dois · Aberto por dentro
Ato dois

Aberto por dentro

Toda peça aqui existe para um trabalho específico. Software nenhum adivinha qual.

O que mudou de verdade

Rodar o modelo dentro de casa deixou de ser conversa.

Até pouco tempo, usar IA com dado sensível significava mandar esse dado para fora. A geração atual de máquina profissional mudou essa conta, e isso é o que interessa para quem tem contrato, prontuário ou base de preço para proteger.

até 4xo ganho de desempenho em IA que o fabricante declara para a geração atual de processador em relação à anterior
128 GBde memória compartilhada entre processador e placa gráfica no topo de linha, com 614 GB/s de banda
16 miltokens de contexto no teste oficial de tempo até a primeira resposta, com modelo de 14 bilhões de parâmetros
0dado que sai da empresa quando o modelo roda na própria máquina
As peças do laptop retornando para dentro do chassi.
Ato três · Fechado de novo
Ato três

Fechado de novo

O que não vira processo volta pra caixa e some do orçamento no trimestre seguinte.

O caminho

Cinco passos, nessa ordem, e nenhum deles começa comprando software.

01 Escolher uma decisão, não uma ferramenta Uma decisão repetida, com volume, com regra clara e com dono. Triagem de pedido, resposta de orçamento, classificação de chamado. Se não tem volume, não paga a conta.
02 Medir o estado atual antes de tocar em nada Quanto tempo leva hoje, quantas pessoas passam por ali, quanto custa cada passagem e onde volta atrás. Sem essa linha de base, qualquer resultado depois é opinião.
03 Definir onde o dado pode estar Decidir explicitamente o que pode sair da empresa e o que não pode. É essa decisão que define se o modelo roda em serviço de terceiro, em servidor próprio ou na máquina de quem trabalha.
04 Rodar seis semanas com dono e prazo Escopo pequeno, dono nomeado, data de encerramento marcada. No fim, decidir com número na mão: vira processo, muda de forma ou morre.
05 Escrever o processo novo Quem faz, quem confere, o que acontece quando a máquina erra. Ferramenta sem processo escrito volta ao estado antigo em três meses.
Começar

Escolha uma decisão que dói.O resto a gente monta em volta dela.

Se você souber apontar um processo que repete, tem volume e depende de gente experiente para não errar, já dá para começar na semana que vem.

Como isso foi feito